faleceu na tarde de hoje o vereador João Carlos Viera do PMDB de Eldorado do Sul, João Carlos teve uma vida pública bastante intensa. Foi Presidente da extinta Caixa Estadual em Arroio dos Ratos, Eldorado do Sul e Charqueadas,aposentando-se mais tarde quando a instituição tornou-se Banrisul, Vereador por cinco mandatos e vice prefeito de Eldorado do Sul, fez
Eldorado do Sul perde um exímio politico (João Carlos Vieira) com mais de 20 Anos na politica parte do Governo Rigoto, como Presidente da CRM,Sub-chefe da casa civil para assuntos do interior, foi coordenador Regional da Carbonífera do BMDB representou o estado e o país em negociações no exterior levando a proposta do carvão mineral da região carbonífera, também foi vice presidente da ACVERC (Associação das Câmaras de Vereadores da Região Carbonífera), atuando em várias áreas representando a entidade foi eleito presidente da Câmara de vereadores de Eldorado do Sul e por último foi presidente do PMDB no município. João deixa um legado político e uma lacuna que jamais será preenchida na história deste município, um grande articulador político .João deixa a esposa ,duas filhas e um neto . O corpo do vereador será velado a partir das 8:00 hs desta segunda dia 22 na Câmara de Vereadores de Eldorado do Sul e sepultado as 17 :00 hs . Segundo Informações de fontes do Governo, o vice Governador José Paulo Cairolli, que hoje está em exercício como Governador do Estado, irá comparecer a partir das 8:30 ao velório na Câmara de vereadores . Atenção esteremos complementando mais algumas informações em nossa próxima Edição impressa.
domingo, 21 de agosto de 2016
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
PRF prende assaltante procurado em Guaíba
PRF prende assaltante
procurado em Guaíba
Na noite desta terça-feira
(16), Policiais Rodoviários Federais que realizavam uma operação de combate a
roubos em transporte coletivo na BR 116, em Guaíba, abordaram um ônibus que
deslocava para Pelotas. No interior do veículo, junto com os demais
passageiros, que voltavam de tratamento de saúde em Canoas, os policiais
identificaram um homem que estava sendo procurado pela justiça para cumprimento
de uma pena de 6 anos de prisão por roubo. O homem
de 32 anos, com diversas
passagens por roubo e furto, foi retirado do ônibus e conduzido para registro
da ocorrência e posteriormente encaminhado para o presidio.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Acidente com vitima na BR 290
Por volta das 13.40 hs desta segunda-feira (15) ocorreu um grave acidente no Km 12,4 da BR. 290 em Eldorado do Sul, onde um veiculo Fiat colidiu de frente com uma carreta, vindo a explodir causando a morte do condutor do veículo que efetuava uma ultrapassagem. a Pista ficou totalmente interrompida por várias horas.
Fonte / 2ª Del. da PRF de Eldorado do Sul.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
PSC mantém Feliciano na liderança do partido
PSC mantém Feliciano na liderança do partido e decide
processar jovem que denunciou deputado
BRASÍLIA - A
presidência do PSC decidiu nesta terça-feira, 9, manter o deputado Pastor Marco
Feliciano (SP) na liderança do partido na Câmara. A decisão foi tomada durante
reunião da cúpula da sigla, para discutir a acusação contra o parlamentar por
tentativa de estupro, assédio sexual e agressão feita pela jornalista Patrícia
Lellis, de 22 anos.De acordo com a
assessoria de imprensa do PSC, a cúpula da sigla não só manteve Feliciano na
liderança, como decidiu entrar na Justiça contra a jovem por falsa denunciação,
para "defender a imagem do partido". Nas denúncias que fez, Patrícia
afirmou que a legenda "sempre soube da denúncia", mas pediu que ela
"ficasse calada".Na noite do último
domingo, 7, Patrícia Léllis registrou boletim de ocorrência contra Feliciano em
uma delegacia de Brasília, por tentativas de estupro, assédio sexual e
agressão. Segundo o relato, o suposto crime aconteceu na manhã do dia 15 de
junho, no apartamento funcional do parlamentar na capital federal.A jornalista já havia
registrado um outro B.O. há três dias em São Paulo contra o chefe de gabinete
do político, Talma Bauer. O funcionário foi detido na última sexta-feira, 5,
por suspeita de manter a jovem em cárcere privado e de obrigá-la a publicar
vídeos negando as acusações. Ele foi liberado no mesmo dia.Defesa. Feliciano se
defendeu das acusações por meio de suas redes sociais. Em vídeo em que aparece
ao lado de sua esposa, o deputado do PSC diz ter sido alvo de ataques a sua
moral. Ele prometeu apresentar provas de sua inocência e defendeu que a
jornalista seja responsabilizada por falsa comunicação de crime.
Jovem
diz ter provas que incriminam Marco Feliciano
A jornalista Patrícia Lélis, de 22 anos, convocou a
imprensa nesta segunda-feira, 8, para falar sobre a denúncia de tentativa de
estupro, assédio sexual e agressão contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP).
"Eu sei que não é um caso fácil e que estou brigando com um homem que é
dono de igrejas, que tem foro privilegiado e que possui muitos seguidores, mas
a Justiça vai prevalecer", declarou. Ela classificou a acusação de
Feliciano de que ela estaria fazendo uma "comunicação falsa de crime"
como "absurda" e disse que possui provas que incriminam o pastor.
"Como eu estava sofrendo ameaças reuni todas as provas que eu
consegui", continuou. A jovem pediu a ajuda da imprensa para evitar que
Feliciano "destrua" evidências importantes.Ela contou que foi ao apartamento funcional do deputado
na manhã do dia 15 de junho após receber um convite para uma reunião que
discutiria a CPI da UNE. Ela acreditava que outros membros do PSC também iriam
ao local, porém descobriu por meio de um grupo de conversas online que eles nem
sequer foram convidados.A jovem disse que é possível comprovar que ela esteve no
local por meio das câmaras de segurança do prédio, porém acusou o advogado de
Feliciano de tentar destruir as imagens. Ao chegar ao apartamento, de acordo
com o relato da jovem, Feliciano teria oferecido um trabalho com remuneração de
mais de R$ 15 mil para ela se tornar a sua amante. Ao recusar a proposta e
acusar o parlamentar de assediar outras mulheres, ele teria se tornado
agressivo. Patrícia afirmou que ele tentou tirar o seu vestido e a agredido,
porém não quis entrar em mais detalhes para preservar o segredo de justiça do
processo.Ainda segundo o relato, Feliciano teria sido interrompido
por uma mulher idosa, que teria tocado a campainha diversas vezes. Logo após a
suposta tentativa de estupro, pela manhã, ela teria se dirigido até o PSC da
Câmara com os lábios e as pernas roxas das agressões, porém não contou com o
apoio do partido."A jornalista Patrícia Lelis, ex-militante do PSC
jovem, conta como, segundo ela, o deputado a atraiu para seu apartamento
funcional em 15 de junho, e narra detalhes das ameaças que recebeu dos membros
do partido. " será executado após esse anúncio - 00:00 VolumeNa versão dela, o presidente nacional do PSC, Pastor
Everaldo, teria oferecido um "saco de dinheiro", sem especificar o
valor, além de ter dito para ela "desaparecer". A jovem disse que
aceitou ficar calada e que não procurou a polícia até o caso ser divulgado no
blog Coluna da Esplanada, do Uol, na semana passada. Patrícia afirmou que até
aquele dia tinha um relacionamento "muito bom e respeitoso" com o
parlamentar e que só tinha ouvido alguns "boatos" de que ele
assediava mulheres. "Tenho certeza que não fui a única, mas espero ter
sido a última", disse.Durante a coletiva, ela teve dificuldades para
reconstituir o crime e também relatar os momentos em que alega ter sido mantida
em cárcere privado pelo assessor do deputado, Talma Bauer, após a divulgação do
caso na imprensa. Ele a teria a ameaçado de morte com uma arma.Feliciano teria conversado com Bauer e com ela por
telefone para gravar os vídeos, porém sem ameaças. Ele teria pedido para ela
não expô-lo por causa das suas filhas. O assessor chegou a ser preso na última
sexta-feira, mas acabou sendo liberado na madrugada de sábado por falta de
provas. Segundo Patrícia, o assessor a coagiu a gravar vídeos nos quais ela
nega ter sofrido a violência por parte do deputado. Em depoimento, o chefe de
gabinete negou as acusações.
PSC mantém Feliciano na liderança do partidoA jovem marcou a coletiva de imprensa em frente à
Procuradoria Especial da Mulher no Senado. Ela estava acompanhada da mãe e de
advogados.Procurada, a defesa de Feliciano afirmou que ainda não
teve acesso ao boletim de ocorrência realizado em Brasília, na noite de
domingo, e que só vai se manifestar depois de ter acesso ao documento.
PMDB espera crescer 23% nos municípios
PMDB espera crescer 23% nos municípios
Fonte / Estadão
Ministro
da Casa Civil, Eliseu Padilha
No Planalto, ninguém admite oficialmente que Temer
possa vestir o figurino de candidato do PMDB, em 2018. Dez dias depois de o
presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter dito, em entrevista ao Estado,
que, se a economia estiver bem, Temer será esse nome, articuladores políticos
do governo ainda atuam para jogar água na fervura. Tentam evitar fraturas na
base aliada, que abriga o PSDB.
“Nós não podemos correr esse risco”, disse Padilha.
“Temos muitos projetos importantes para votar no Congresso e ainda há muita
água para rolar debaixo da ponte até 2018.”
O cenário ficou mais nebuloso após tratativas para
delação do empresário Marcelo Odebrecht – preso há mais de um ano – apontarem
para Temer e Padilha. No Planalto, todos minimizaram o episódio, sob o
argumento de que o auxílio financeiro da Odebrecht a campanhas do PMDB ocorreu
“em absoluto acordo” com a lei.
Mais
que Voto
Diante da proibição do financiamento de empresas
nesta disputa, o PMDB lançará nos próximos dias uma plataforma de coleta de
doações, batizada de Mais que Voto, pela qual os candidatos podem ter uma
espécie de tesouraria virtual para prestação de contas. O programa online
também “pesca” doadores – sempre pessoas físicas – e tem um alerta que avisa
sobre erros, para evitar percalços nesses tempos de Operação Lava Jato.
Na última disputa municipal, em 2012, o PMDB elegeu
o maior número de prefeitos (1.024). Hoje, tem 974, administra duas das 26
capitais – Rio de Janeiro e Boa Vista – e encabeçará a chapa em 15 delas. Em
todo o País, o partido lançará cerca de 2.500 candidatos.
Para que o projeto de Temer avance, no entanto, a
prioridade é derrotar o PT em São Paulo e eleger a senadora Marta Suplicy, que
tem como vice o vereador Andrea Matarazzo (PSD). Ex-petista, Marta vai desafiar
o prefeito Fernando Haddad (PT). Os dois exibem alto índice de rejeição.
Pesquisas encomendadas pelo PMDB indicam que a maior
preocupação dos brasileiros, hoje, é com o desemprego. O medo de perder a fonte
de renda vem antes da apreensão com a falta de segurança e das queixas sobre o
sistema de saúde.
Para associar as promessas de Temer de consertar o
País com as eleições municipais, os candidatos do PMDB às prefeituras foram
orientados a usar o slogan “Partido que Muda o Brasil” em suas propagandas.
O presidente em exercício não subirá em palanques
nem participará da propaganda de concorrentes do PMDB no rádio e na TV, ao
menos no primeiro turno, para evitar que confrontos entre aliados contaminem a
relação no Congresso.
PSDB
O embate, porém, já começou. Com três possíveis
candidatos ao Palácio do Planalto – o chanceler José Serra; o senador Aécio
Neves (MG) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin –, o PSDB não gostou de
ver Maia lançando Temer e já deu estocadas no ministro da Fazenda, Henrique
Meirelles.
Filiado ao PSD, Meirelles é outro nome sempre
lembrado para disputar a Presidência da República e provoca ciúmes no núcleo
político do governo. Aos 50 anos, visto como uma “federação de partidos” por
causa de suas divisões internas, o PMDB fará de tudo, nessa campanha, para se
livrar do carimbo de “golpista” que o PT quer pregar em Temer e seus
seguidores. O presidente em exercício também age para se desvincular de Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), que comandou a Câmara durante um ano e cinco meses e está
prestes a ter o mandato de deputado cassado por denúncias de corrupção.
Impeachment: Por 59 votos a 21; veja como votou cada senador
Impeachment
Foto:
Moreira Mariz/Agência Senado
Por 59 votos
a 21 o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) o relatório do
senador Antônio Anastasia que julga procedente a denúncia contra a presidenta
afastada Dilma Rousseff por crime de responsabilidade. Dilma agora vai a
julgamento final pelo plenário do Senado.
O resultado da votação foi bastante próximo do
esperado pelo governo do presidente interino Michel Temer. Integrantes do
governo avaliavam que o governo teria cerca de 60 votos favoráveis pela
admissão.
Votaram
a favor do impeachment: 59 senadores entre eles: Contra o impeachment: 21
senadores
Angela Portela (PT-RR)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Elmano Férrer (PTB-PI)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
João Capiberibe (PSB-AP)
Jorge Viana (PT-AC)
José Pimentel (PT-CE)
Kátia Abreu (PMDB-TO)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Paim (PT-RS)
Paulo Rocha (PT-PA)
Randolfe Rodrigues (REDE-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Roberto Muniz (PP-BA)
Telmário Mota (PDT-RR)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Renan Calheiros (PMDB-AL) – presidente (Não votou)
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
Alvaro Dias (PV-PR)
Ana Amélia (PP-RS)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
Benedito de Lira (PP-AL)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cidinho Santos (PR-MT)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Dalirio Beber (PSDB-SC)
Dário Berger (PMDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Eduardo Amorim (PSC-SE)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
Fernando Collor (PTC-AL)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
Gladson Cameli (PP-AC)
Hélio José (PMDB-DF)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
João Alberto Souza (PMDB-MA)
José Agripino (DEM-RN)
José Aníbal (PSDB-SP)
José Maranhão (PMDB-PB)
José Medeiros (PSD-MT)
Lasier Martins (PDT-RS)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Marta Suplicy (PMDB-SP)
Omar Aziz (PSD-AM)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Pedro Chaves (PSC-MS)
Raimundo Lira (PMDB-PB)
Reguffe (sem partido-DF)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Ricardo Franco (DEM-SE)
Roberto Rocha (PSB-MA)
Romário (PSB-RJ)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Simone Tebet (PMDB-MS)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Wilder Morais (PP-GO)
Zeze Perrella (PTB-MG)
Contra o impeachment: 21 senadores
Angela Portela (PT-RR)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Elmano Férrer (PTB-PI)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
João Capiberibe (PSB-AP)
Jorge Viana (PT-AC)
José Pimentel (PT-CE)
Kátia Abreu (PMDB-TO)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Paim (PT-R
Paulo Rocha (PT-PA)
Randolfe Rodrigues (REDE-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Roberto Muniz (PP-BA)
Telmário Mota (PDT-RR)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
terça-feira, 9 de agosto de 2016
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