domingo, 1 de abril de 2018

Janot critica Dodge por pedido de liberdade a amigos de Temer


Janot critica Dodge por pedido de liberdade a amigos de Temer



João Pedroso de Campos / Veja. com .br
Autor de duas denúncias contra o presidente Michel Temer(MDB) em 2017, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot criticou neste sábado, em sua conta no Twitter, a manifestação da atual chefe da Procuradoria-Geral da República (PGR), Raquel Dodge, em que ela pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação das prisões temporárias da Operação Skala, que pendeu empresários e amigos de Temer na semana passada.
O ministro Luís Roberto Barroso acabou acatando o pedido de Dodge e determinou a soltura dos presos, incluindo o advogado José Yunes e o coronel reformado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, próximos ao presidente e, assim como ele, investigados no STF.
“Não teria sido o caso então de pedir condução coercitiva ao invés de prisão? Voltou a ser assim? E vai continuar sendo assim?”, questionou Janot, ao compartilhar uma notícia sobre o pedido de sua sucessora ao STF. Quando a Skala foi deflagrada, na última quinta-feira (29), o ex-procurador-geral também havia se manifestado por meio da rede social: “Começou? Acho que sim”.

Após decisão de Barroso, amigos de Temer e outros presos da Operação Skala são soltos

Após decisão de Barroso, amigos de Temer e outros presos foram soltos

Detidos há dois dias, os presos na Operação Skala foram soltos na noite deste sábado, por volta de 23h50, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. Dentre eles, estavam os amigos do presidente Michel Temer.
“Tendo as medidas de natureza cautelar alcançado sua finalidade, não subsiste fundamento legal para a manutenção”, escreveu o ministro relator na decisão. A Operação Skala apura supostas irregularidades na edição do Decreto dos Portos.

Presos da operação Skala deixam a carceragem da Polícia Federal: O empresário José Yunes, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer, que foi detido durante a Operação Skala, deixa a carceragem da Polícia Federal na Lapa, em São Paulo, no final da noite de sábado, 31.
Alex Silva/Estadão
Entre empresários e ex-agentes públicos, foram presos o advogado José Yunes, amigo do presidente há mais de 50 anos e ex-assessor dele na Presidência, o coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho, também coordenador de campanhas eleitorais de Temer, e o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, pai do líder do MDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (SP).
Os nove presos que estavam na carceragem da Polícia Federal em São Paulo (uma estava no Rio de Janeiro) saíram ao mesmo tempo, mas o único que falou com a imprensa foi Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura, que agradeceu o ministro do STF por sua “presteza”.
Barroso atendeu a um pedido formulado nesta tarde pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Em nota, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que “as medidas cumpriram o objetivo geral”.
Assim que saiu a decisão, os advogados começaram a chegar à sede da PF. Mauricio Silva Leite e Cristiano Benzota, que atuam da defesa do coronel João Batista Lima, disseram que a decisão foi "de extrema importância", "principalmente em razão dos problemas de saúde que ele possui". Coronel Lima foi o único que não prestou depoimento, nem antes, nem depois da prisão.
A defesa de Celso Antônio Grecco também chegou ao local, mas não falou com jornalistas. José Luis Oliveira Lima, o advogado de José Yunes, disse que a decisão “é a demonstração clara de desnecessidade da prisão” e que o amigo de Temer “teve sua reputação atingida sem ter praticado nenhuma conduta ilícita”.
Ao todo, 10 das 13 prisões temporárias ordenadas por Barroso haviam sido cumpridas. As prisões expirariam na segunda-feira e poderiam também ser renovadas por mais cinco dias ou convertidas em prisões preventivas.
Integrantes da PGR acompanharam hoje novos depoimentos complementares, colhidos de parte dos presos. O coronel Lima, mais uma vez, não prestou depoimentos alegando não ter "condições físicas e psicológicas" para tal.
O Ministério Público Federal havia solicitado as prisões, autorizadas por Barroso, embora a Polícia Federal tivesse requerido conduções coercitivas. As conduções estão vetadas por decisão liminar do ministro Gilmar Mendes, desde o ano passado.
Também foram cumpridas ações de busca e apreensão de documentos. Segundo a PGR, três integrantes da família Torrealba, sócia do Grupo Libra, estavam fora do País e não foram presas, mas estão “dispostas a se apresentar à autoridade policial tão logo retornem”.
A pedido de advogados de defesa, Barroso já havia indicado, em decisão de ontem, que poderia revogar as prisões. Ele também disse que as defesas teriam acesso ao inquérito quando as diligências sigilosas fossem encerradas. “Quanto aos pedidos de revogação das prisões temporárias, serão apreciados tão logo tenha sido concluída a tomada de depoimentos pelo delegado encarregado e pelos procuradores da República designados, ouvida a senhora procuradora-geral da República”, escreveu.
Ontem, o presidente Michel Temer se disse vítima de uma “trama” e que tentam impedir sua candidatura à reeleição. Sem citar Dodge nem Barroso, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República criticou as prisões. “Tentam mais uma vez destruir a reputação do presidente Michel Temer. Usam métodos totalitários, com cerceamento dos direitos mais básicos para obter, forçadamente, testemunhos que possam ser usados em peças de acusação. Repetem o enredo de 2017, quando ofereceram os maiores benefícios aos irmãos Batista para criar falsa acusação que envolvesse o presidente. Não conseguiram e repetem a trama, que, no passado, pareceu tragédia, agora soa a farsa”, diz o texto.

sábado, 31 de março de 2018

Mulher acusada de matar e queimar os corpos do marido e do filho foi condenada a 37 anos e seis meses de prisão





Mulher acusada de matar e queimar os corpos do marido e do filho foi condenada a 37 anos e seis meses de prisão em regime inicial fechado. O julgamento ocorreu nesta terça-feira (27) e durou mais 10h, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a denúncia, os dois foram mortos no intervalo de 45 dias, em 2013.
Ela ficou conhecida como "viúva negra", por ter fugido e mudado sua aparência para não ser reconhecida.
Diante dos jurados, Elisângela Rius negou os crimes: "Eu não matei meu filho e não matei meu marido", disse. Quando indagada sobre o estado civil, se declarou viúva.
Ela afirmou ainda que tinha um relacionamento complicado com o filho, que seria usuário de drogas, e por conta do envolvimento do jovem com traficantes.
Após o depoimento de Elisângela, foram ouvidos os argumentos de acusação e defesa.
O corpo de jurados acatou a tese do Ministério Público (MP), que qualificava os homicídios. Na morte do marido, o entendimento da promotora de Justiça Denise Sassen Girardi de Castro foi que o motivo era torpe e foi usado um recurso para dificultar a defesa da vítima. No assassinato do filho, também teria havido motivo torpe, meio cruel e ainda por ter sido executado para ocultar o primeiro crime.
O caso
Elisângela Rius é acusada de matar com um machado e atear fogo no corpo do marido Patrick de Moraes Marques, de 27 anos. O corpo foi encontrado no limite entre as cidades de Cachoeirinha e Canoas, ambas na Região Metropolitana.
Quarenta e cinco dias depois, na cidade de Triunfo, foi encontrado, também queimado, o corpo de Eduardo William Rius Mebius, de 16 anos, filho de Elisângela.
Ela foi presa em março de 2016 em uma casa localizada no bairro Guajuviras em Canoas, onde estava escondida há mais de um ano. Para não ser reconhecida, ela só saía do esconderijo usando uma peruca.
Elisângela foi presa após a mãe dela procurar a polícia para relatar que a filha cometeu os crimes e a ameaçou.
Conforme a denúncia do Ministério Público, Elisângela não aceitava e queria manter afastada do casal uma filha de Patrick. Já o adolescente teria sido morto porque ameaçou contar que a mãe havia matado o marido. Ao longo do processo, 19 testemunhas foram ouvidas.

Polícia prende em Eldorado do Sul suspeitos de matar mulher em Arroio dos Ratos

Polícia prende em Eldorado do Sul suspeitos de matar mulher em Arroio dos Ratos Polícia prende em Eldorado do Sul suspeitos de matar mulher em Arroio dos Ratos

Suspeitos matar mulher em Arroio dos Ratos são presos em Eldorado do Sul

Um dos presos era considerado o criminoso mais procurado da região Carbonífera Foto Divulgação 
Na madrugada desta sexta-feira, 30, Sirley Silva de Lima foi morta com um tiro de espingarda calibre 12 em uma residência da cidade de Arroio dos Ratos. A filha, de 18 anos, e o neto, de dois anos, estavam na residência e presenciaram o assassinato.
Policiais civis da Delegacia de Polícia de Arroio dos Ratos, com o apoio de policiais militares da região realizaram buscas e, poucas horas após o crime, localizaram os suspeitos da autoria do homicídio, na cidade de Eldorado do Sul. Foram presos em flagrante G.S., 32 anos; E. S. B, 21 aos; P. H. A. F, 25 anos, e Geovani Anderson da Silva, 29 anos. Uma adolescente de 17 anos foi apreendida.
Segundo delegado Marco Schalmes, o motivo do crime foram desavenças relacionadas ao tráfico de drogas na cidade. O preso Geovani já era investigado pela Policia Civil pela participação no homicídio da adolescente Paloma, de 17 anos de idade, morta por engano em 8 de outubro de 2017, na vila Princesa Isabel, na cidade de São Jerônimo.

Operação Barra Limpa em Barra do Ribeiro Resulta em 4 prisões contra patrimônio e tráfico de drogas









Na quarta-feira, dia 28 de março de 2018, a Polícia Civil realizou a Operação Barra Limpa em Barra do Ribeiro. 

A ação, cumpriu 14 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão, em combate a crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas naquele município.

Segundo o delegado Vladimir Urach, a ação resultou na prisão de quatro pessoas por posse ilegal de armas e receptação, além de um foragido, com sentença condenatória por roubo, capturado. 

Foram apreendidas duas armas de fogo, munições, maconha, objetos oriundos de roubos. (Ascom Polícia – Fotos: Divulgação)Operação Barra Limpa em Barra do Ribeiro resulta em 4 prisões contra patrimônio e tráfico de drogas

Em Pelotas Câmera de segurança Flagra detentos tentando fugir de presidio Estadual


Em Pelotas Câmera de segurança Flagra detentos tentando fugir de presidio Estadual




Quatro detentos do Presídio Regional de Pelotas, na Região Sul do Rio Grande do Sul, foram flagrados tentando fugir da cadeia na madrugada de sexta-feira, dia 30 de março de 2018. 

Câmeras de segurança registraram a movimentação. Os presos saem pelo pátio carregando uma escada. Eles somem do enquadramento e, depois, aparecem novamente, correndo de volta aos alojamentos.

Agentes da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) perceberam a ação e surpreenderam os apenados com balas antimotim. Ninguém ficou ferido.

Após o episódio, foi realizada uma revista nas celas, mas não foi divulgado o resultado. De acordo com o delegado Fernando Zacotegui, será instaurado um inquérito administrativo com objetivo de punir os envolvidos. (Por Luiza La Rocca, RBS TV)

Temer convida Dyogo Oliveira para assumir BNDES



Temer convida Dyogo Oliveira para assumir BNDS
Durante reunião nesta semana no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer convidou oficialmente o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, para trocar a pasta pela presidência do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews. O ministro inicialmente rejeitou o convite, disse que preferia ficar no Planejamento e indicou a Temer nomes de quatro outros diretores que poderiam assumir o comando do banco: o atual presidente interino, Ricardo Ramos; o diretor das áreas de Crédito, Tecnologia da Informação e Planejamento, Carlos Alexandre da Costa; o diretor das áreas Financeira e Internacional, Carlos Tadeu de Freitas; e a diretora das áreas de Energia, Gestão Pública e Socioambiental, Marilene Ramos. Mesmo com as sugestões, Temer insistiu no nome de Dyogo Oliveira para o cargo. Quer uma pessoa de peso para fortalecer e dar dinamismo ao BNDES, aproximando o banco do setor privado. Apesar da negativa inicial, o ministro do Planejamento tem dito a interlocutores que é um “homem de governo”, o que mantém ainda no Planalto a expectativa de que o convite acabe sendo aceito. Neste caso, o secretário-executivo do Planejamento, Esteves Pedro Colnago Junior, poderia assumir o comando da pasta, assim como deve acontecer na Fazenda, com o secretário-executivo, Eduardo Guardia, assumindo o lugar de Henrique Meirelles. O nome do novo presidente do banco, assim como o dos novos ministros da equipe econômica, só devem ser oficializados durante reunião neste domingo (1º) entre Temer e ministros mais próximos.