terça-feira, 22 de novembro de 2016

1º Etapa do Circuito de Volei de praia em Eldorado do Sul

O grupo de vôlei de Eldorado do Sul conta com mais de 40 membros, sendo que cerca de 30 participam frequentemente dos jogos treinos, amistosos e torneios em Porto Alegre e região. Os Jogos acontecem normalmente às Terças e Sextas no Ginásio do Loteamento, das 21h às 23h.
No último domingo (13) foi realizada a primeira etapa Circuito de Vôlei de Praia Eldorado 2016, onde houve 7 duplas femininas participantes e 8 masculinas. Há pontuação até o sexto lugar e medalhas até a terceira colocação. Os jogos foram na cancha de areia da  Super-Quadros Ind. e Comércio, Rua Lajeado 1889 Bairro Chácara.
Os vencedores da primeira etapa foram:
1° Danielle e Lisa
2° Priscila e Thais
3° Renata e Graciela
1° Lucas e Rafael
2° Juliano e Alax
3° Hilário e Bruno
As inscrições para as próximas etapas, tanto feminino quanto masculino, são abertas para residentes em Eldorado do Sul e podem ser feitas através dos contatos: 8915-7337 Allan (Whats)

allan.lima91@gmail.com























Magistrados pedem construção de presídio federal no Rio Grande do Sul

22/11/2016 18h18 - Atualizado em 22/11/2016 18h18

Pedido foi apresentado em ação civil pública ajuizada nesta terça-feira.
Intenção é levar principais líderes de facções do Central para novo presídio.

Do G1 RS
Presídio Central, Dados, Brigada Militar, Rio Grande do Sul, violência, (Foto: Reprodução/RBS TV)Intenção é que principais líderes de facções que estão no Presídio Central sejam levados para nova cadeia, (Foto: Reprodução/RBS TV)
Um grupo de magistrados pede a construção de um presídio federal de segurança máxima no Rio Grande do Sul. A intenção é que os principais líderes das facções criminosas possam cumprir regime disciplinar diferenciado no local, deixando de exercer o controle que mantêm nas galerias do Presídio Central de Porto Alegre.

O pedido foi apresentado em uma ação civil pública ajuizada nesta terça-feira (22) pelo Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Rio Grande do Sul. A intenção é que seja cumprida uma série de medidas no Presídio Central, em Porto Alegre, exigidas desde 2013 pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). A ação, de caráter de antecipação de tutela, pretende que sejam sanadas "as graves violações de direitos humanos" ocorridas na cadeia.
“A construção e manutenção de um presídio federal no Rio Grande do Sul é mais que uma necessidade, é uma obrigação da União para solucionar os graves problemas da segurança pública que assola o estado”, observam o procurador da República Fabiano de Moraes, procurador regional dos Direitos do Cidadão no MPF, e pelos promotores de Justiça Luciano Pretto e José Eduardo Corsini, da Promotoria de Justiça de Execução Criminal de Porto Alegre.

Em 2013, a Comissão Interamericana proferiu uma medida cautelar, pedindo providências para garantir os direitos dos presos. Na época, foi identificado que os detentos estavam expostos a "permanente risco à vida e à integridade pessoal", além de precárias condições estruturais – de saneamento básico, de higiene e de saúde. Também foi percebida falta de segurança de diversas áreas do Presídio Central. Para a comissão, o tratamento dado aos presos é "desumano e degradante".

Na ação conjunta, os dois órgãos observaram que, por conta da superlotação do presídio, o controle das galerias é feito pelas facções criminosas. Em nota, o MP e MPF apontam que isso ocorre por "acordo informal" com a administração da penitenciária.

“A vida e a integridade pessoal dos internos não depende do Estado brasileiro, mas sim dos chefes do chamado crime organizado”, informa a ação, que busca “assegurar” esses direitos aos detentos “mediante acordos que passam ao largo do controle das autoridades públicas, muitas vezes envolvendo a prática de novos crimes quando da liberdade do detento”.

Em julho deste ano, o procurador da República, Fabiano de Moraes, junto com os dois promotores do MP, vistoriaram o Presídio Central. A intenção era colher informações e depoimentos para apurar a não aplicação de recursos federais repassados pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para execução de obras no sistema prisional do estado.

Na época, o procurador verificou que a penitenciária tem uma superlotação de quase 100% - aproximadamente cinco mil pessoas estão confinadas num espaço planejado para 2 mil. “Só será possível resolver os problemas do Central se houver, pelo menos, a adequação da população carcerária”, ponderou.

União aceita dar a estados parte da multa da 'repatriação', diz governador

Com isso, R$ 5 bilhões seriam repassados aos estados do país.
Em troca, estados teriam que retirar ações que estão na Justiça.

Alexandro Martello e Luciana AmaralDo G1, em Brasília
 O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, anunciou nesta terça-feira (22), após reunião com o presidente Michel Temer e integrantes da equipe econômica, em Brasília, que o governo federal concordou em repartir com os estados também a arrecadação com a multa aplicada contra os contribuintes que aderiram à chamada "repatriação".
Até então, o governo tinha concordado somente em dividir com os estados o dinheiro arrecadado com o Imposto de Renda cobrado na "repatriação". Governadores, porém, alegam ter direito também a parte da multa e, diante da ressistência do governo Temer, entraram com processo no Supremo Tribunal Federal (STF) para exigir os recursos.
No começo de novembro, a ministra Rosa Weber, do STF, determinou à União que fizesse o depósito judicial de um valor referente à "repatriação", até que o pedido dos governadores fosse julgado. O acordo anunciado nesta terça, informou Colombo, prevê que os estados retirem as ações do Supremo.
"Houve um acordo significativo em relação à questão da multa, que será partilhada com os estados e com os municípios. Os estados vão retirar as ações no Supremo Tribunal Federal e se comprometem a apoiar e se integrar junto à reforma da Previdência e ao ajuste fiscal", afirmou o governador catarinense a jornalistas.
Mais cedo nesta terça-feira (22), o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou que o governo já havia depositado em juízo os R$ 5 bilhões por conta da determinação do STF. Ele tabmém disse que o governo não contava com esses recursos para atingir a meta fiscal deste ano, de até R$ 170,5 bilhões de déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública).
Segundo ele, esses recursos serão partilhados igual foi feito com o Imposto de Renda. "É um compromisso nossa em contrapartida que atuemos junto ao ajuste fiscal", acrescentou o governador de Santa Catarina. Disse ainda que os governos estaduais devem enviar às assembleias legislativas projetos para aumentar de 11% para 14% a contribuição de servidores para a Previdência Social.
Por enquanto, informou o governador de Santa Catarina, a partilha vale somente para a primeira fase da repatriação. Segundo Raimundo Colombo, a multa da segunda etapa não foi discutida, mas, na sua avaliação, "se vale para um, vale para o outro". Um novo processo de repatriação de recursos, para valer em 2017, está sendo discutido pelo Congresso Nacional, mas ainda não foi aprovado.
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Justiça do RS determina reintegração de posse de área ocupada pelo MST em Charqueadas...


Juíza Paula Fernandes Benedet dá prazo de 10 dias para o cumprimento. Movimento diz que cobra o cumprimento de um termo de desapropriação.
21/11/2016 21h47 - Atualizado em 21/11/2016 21h47
Por Estêvão Pires
Da RBS TV
Área ocupada pelo MST em Charqueadas, no RS (Foto: Catiana de Medeiros, divulgação/MST)Área ocupada pelo MST em Charqueadas (Foto: Catiana de Medeiros, divulgação/MST)
A Justiça determinou a reintegração de posse da área do Horto Florestal Carola, de propriedade da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), que foi ocupada na última segunda-feira (14) por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), emCharqueadas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A decisão da juíza Paula Fernandes Benedet dá prazo de 10 dias para o cumprimento.
"Considerando que se trata de invasão perpetrada pelo MST, sabendo da possibilidade de estarem no local diversas famílias e crianças, fixo o prazo de 10 (dez) dias para que os réus desocupem voluntariamente o imóvel, sob pena de expedição imediata de mandado de reintegração de posse", diz o despacho.
Por meio de nota, o MST diz que em 2014 e 2015 foram assinados termos de compromissos de caráter “irrevogável e irretratável” entre a CEEE e o Incra. A companhia teria concordado em fazer a limpeza do local, com a retirada dos eucaliptos comerciais e pelo menos 50% dos tocos para viabilizar o uso da área como assentamento da reforma agrária.
Na manhã desta segunda, integrantes do MST se reuniram com superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Rio Grande do Sul, Roberto Ramos. O movimento diz que aguarda uma reunião com a CEEE.
De acordo com o movimento, 500 pessoas participam da ocupação, que visa pressionar a CEEE e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para o cumprimento de um termo de compromisso assinado há dois anos.
De acordo com o movimento, esta é a terceira ocupação da área desde 2014. Os integrantes do movimento que participam do ato são oriundas da Região Metropolitana.

Cadeirinha foi 'determinante', diz mãe após sair ilesa com a filha de acidente


Aline Juchem, 35 anos, capotou carro com a filha de 1 ano na BR-116. PRF reforça importância do uso do cinto e da cadeirinha no trânsito.
22/11/2016 06h30 - Atualizado em 22/11/2016 10h05
Por Igor Grossmann
Do G1 RS
A professora universitária Aline Juchem, de 35 anos, vivenciou um susto seguido de um alívio na madrugada desta segunda-feira (21). Ela e a filha, de 1 ano e 2 meses, saíram ilesas de um acidente após o carro em que elas estavam capotar duas vezes.
O veículo trafegava pela BR-116 em direção a Porto Alegre quando um cachorro cruzou a rodovia, segundo relato de Aline. Ela não conseguiu desviar do animal e, com a força do impacto, perdeu o controle da direção e saiu da pista. Foi quando o carro capotou duas vezes às margens da estrada, na divisa entre as cidades de Canoas e Esteio.
Betinha, Aline Juchem, mãe, filha, carro, capotamento, BR-116, cadeirinha (Foto: Igor Grossmann/G1)Cadeirinha usada por Betina no momento do
capotamento está intacta (Foto: Igor Grossmann/G1)
Ela e a filha Betina saíram do acidente sem nenhum arranhão. Graças ao uso do cinto de segurança e da cadeirinha de bebê, elas não entraram para a estatística de vítimas fatais no trânsito do Rio Grande do Sul.
“Não consigo imaginar o que poderia ter acontecido se eu não estivesse com o cinto e se ela não estivesse na cadeirinha bem amarrada. Porque não adianta ter a cadeirinha e ela não estar adequadamente presa ao banco, e ela [criança] não estar adequadamente presa com o cinto. Foi determinante para que o acidente não fosse fatal”, descreveu Aline aoG1 no final da manhã desta segunda-feira (21), cerca de 12 horas após o capotamento.
Aline dá aula de português no curso de letras na Faculdade Porto-Alegrense (Fapa), na Zona Norte da capital. Ela voltava para Porto Alegre após passar o domingo trabalhando na correção de redações de um vestibular em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, onde moram seus pais.
Ela acrescenta que estava dentro do limite de velocidade da via e não havia ingerido bebida alcoólica.
“Até porque estava trabalhando. Foi algo totalmente imprevisto, ao qual todo mundo está sujeito, a qualquer momento”, diz a mãe. “O carro virou um pedaço de lata retorcida, mas a cadeirinha está perfeita”, completa.
O veículo, um Peugeot 208, teve perda total devido aos danos. A cadeirinha onde estava Betina, de fato, está intacta.
A atitude de mãe em proporcionar a segurança no transporte da filha foi destacada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) como determinante para que elas saíssem ilesas do acidente.
"Justamente porque estavam com cinto bem afivelado e a criança também com uma boa cadeirinha, também bem amarrada e bem justa ao veículo. Então, nada sofreram", comenta o agente da PRF Fernando Martelli.
Os pais não podem negligenciar
Aline Juchem, mãe de Betina, após acidente
Para Aline, a prudência e o cuidado salvaram a vida dela e da única filha. Ela quer que o acidente dela sirva de exemplo para que os pais redobrem a atenção no transporte de seus filhos.
“Um cachorro que atravessa a rua pode causar um acidente fatal. Sem segurança, isso realmente poderia ter acontecido. Os pais não podem negligenciar a segurança dos seus filhos”, conclui a mãe, com a consciência tranquila e com a filha nos braços.
Betinha, Aline Juchem, mãe, filha, carro, capotamento, BR-116 (Foto: Igor Grossmann/G1)Aline Juchem brinca com filha Betina após as duas saírem ilesas de acidente (Foto: Igor Grossmann/G1)

Operação com 750 policiais combate tráfico de drogas em 10 cidades do RS

Operação Fênix contabiliza 47 pessoas presas durante a investigação. Ação busca desarticular facção de traficantes e já teve 38 pessoas presas.
22/11/2016 08h18 - Atualizado em 22/11/2016 11h18
Do G1 RS
Operação Fênix, tráfico de drogas, Montenegro (Foto: Enio Rosa/RBS TV)Operação Fênix apreendeu armas, drogas e dinheiro (Foto: Enio Rosa/RBS TV)
A Polícia Civil deflagrou uma grande operação contra o tráfico de drogas na manhã desta terça-feira (22) em 10 cidades do Rio Grande do Sul. Cerca de 750 policiais cumprem 160 mandados judiciais que busca desarticular uma quadrilha de tráfico de drogas com base em Montenegro, no Vale do Caí.
Operação Fênix, tráfico de drogas, Montenegro, presos (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Ação prendeu mais de 30 pessoas nesta terça-feira
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Até o momento, 38 pessoas foram presas na operação, batizada de Fênix. Durante a investigação, outras 47 pessoas já haviam sido detidas. Foram apreendidas armas e drogas, além de dinheiro.
São cumpridas ordens judiciais também em Porto Alegre, Novo Hamburgo, Triunfo, Feliz, Sapiranga, Estância Velha, Capela de Santana, Maratá e Brochier.
O delegado Mário Souza, chefe de investigações do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) ressalta a apreensão de uma plantação de maconha e de materiais para novas plantações, como dez mil sementes da planta.
A operação tem como alvo um grupo de cerca de 30 traficantes, que atuam na região dos municípios onde são cumpridos mandados. A investigação e a ação desta terça são coordenadas pela Delegacia de Polícia de Montenegro e pelo Denarc.
Operação Fênix, tráfico de drogas, Montenegro, apreensões (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Armas, drogas, munições e dinheiro foram apreendidos (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Operação Fênix, tráfico de drogas, Montenegro, sementes, maconha (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Mais de 10 mil sementes de maconah foram apreendidas na ação (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Operação Fênix, tráfico de drogas, Montenegro (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Operação Fênix foi deflagrada em 10 dias gaúchas (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Operação Fênix, tráfico de drogas, Montenegro (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Operação Fênix contou com mais de 700 policiais (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

PF deflagra operação contra pornografia infantil no RS e 15 estados

Operação cumpre 70 mandados de prisão, busca e apreensão nesta terça. São investigadas 67 pessoas suspeitas de integrarem rede de pornografia.
22/11/2016 08h53 - Atualizado em 22/11/2016 11h40
Do G1 RS
Polícia Federal recolheu material durante mandados de busca e apreensão (Foto: PF/Divulgação)Polícia Federal recolheu material durante mandados de busca e apreensão (Foto: PF/Divulgação)
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (22), a operação Darknet II para combater uma rede de distribuição de pornografia infantil na internet. São cumpridos 70 mandados de prisão, busca e apreensão no Rio Grande do SulSanta Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais,Espírito SantoBahiaAlagoas,PernambucoParaíbaRio Grande do NorteCearáMaranhão, Pará eAmazonas.
Mais de 300 policiais federais integram a segunda fase da ação. São investigadas 67 pessoas suspeitas de trocarem e distribuírem fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.
Sete ordens judiciais foram antecipadas durante a investigação para evitar o possível abuso de crianças no Rio de Janeiro, Distrito Federal e Paraná.
Em Pernambuco, um universitário foi preso sob suspeita de pedofilia na internet.

No Pará, um suspeito de envolvimento em uma rede de distribuição de pornografia infantilna internet foi preso em flagrante.

Na Paraíba, uma pessoa foi presa em flagrante durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em João Pessoa.
Conforme a PF, desde a primeiraoperação da Darknet, em 2014, é desenvolvida uma metodologia para investigar e identificar usuários da chamada Deep Web, considerado um meio para divulgação de conteúdos de maneira anônima.
Ainda de acordo com a Polícia Federal, estes ambientes virtuais são arquitetados para impossibilitar a identificação do ponto de acesso (IP) ao ocultar o real usuário que acessa a rede.